Em uma reunião, ocorrida na manhã de segunda-feira, 08, na Superintendência da Caixa Econômica Federal, no Centro de Boa Vista, o presidente da Codesaima, Anastase Vaptistis Papoortzis e o diretor de Habitação, Cláudio Barbosa, conversaram com o Gerente de Filial de Habitação da Caixa, Lucyano Bruno, sobre a situação dos programas habitacionais do Estado. 
O presidente expôs as metas que a Codesaima adotará, seguindo os planos do governador Antonio Denarium, para este importante setor.
Haverá uma atenção especial pára a consolidação do empreendimento Residencial Vila Jardim. O conjunto habitacional, que faz parte do programa Minha Casa Minha Vida, foi inaugurado em 2015 com a entrega de 2992 residências para famílias de baixa renda, mas ainda apresenta problemas na sua ocupação. 
O diretor de Habitação, disse que a Codesaima já mantém duas equipes de funcionários que identificam as diversas questões que ocorrem no conjunto. Apartamentos fechados, alto índice de inadimplência no pagamento da taxa de condomínio e desconhecimento das normas gerais estabelecidas nos contratos de ocupação são as situações mais recorrentes.
O presidente informou que já está programada a realização de 12 reuniões com os moradores e síndicos do residencial. 
O primeiro encontro ocorreu ontem mesmo, ás 19h30, na área de convivência do condomínio Araçá. Participaram
do evento o presidente da Codesaima; o diretor de Habitação; o advogado da Empresa, Pedro Bento Neto; Lucyano Bruno, da Caixa; o empresário Ricardo Matos e a síndica do Araça, Lurdiane.
Na fala de cada participante, um ponto unânime, era a importância do pagamento da taxa de condomínio, que hoje apresenta uma inadimplência de quase 90%.
Foi explicado os casos que podem causar destrato contratual como venda, aluguel, manter o imóvel fechado, entre outras situações.
Os moradores também puderam relatar as mais diversas dificuldades que passam no residencial. As queixas com relação ao abastecimento de água e de segurança foram anotadas pelo presidente da Codesaima que se comprometeu a levar a reivindicação dos moradores às autoridades da Caerr e da Polícia Militar.