As atividades da CODESAIMA, voltadas para a Habitação, estão sendo planejadas e aguardando a retomada da normalidade, após ser decretado o fim da quarentena imposta pelo combate ao Covid-19.

 

Enquanto isso, o presidente da Empresa, Anastase Vaptistis Papoortzis, continua com ações que transformarão a CODESAIMA numa Cohab (Companhia de Habitação).

 

Anastase já faz parte da diretoria da ABC ( Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação ) o que coloca-o próximo aos projetos do Governo Federal de moradias para a população carente das unidades da Federação.

 

Na semana passada, ele participou de uma vídeo conferência da ABC com o Secretário Nacional de Habitação, Alfredo dos Santos, e os representantes da Caixa Econômica Federal, Matheus Sinibaldi, Alexandre Cordeiro e Rodrigo Wermelinger, e agentes públicos de vários estados do Brasil, abordando decisões e encaminhamento das demandas dos municípios brasileiros.

 

A sessão durou mais de 2 horas e meia e foi organizada pela CBIC (Câmara Brasileira das Indústrias da Construção) e transmitida ao vivo pela internet.

 

Neste encontro, Papoortzis tratou de falar de assuntos que já vinha tratando com o MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional) e a Caixa Econômica Federal.

 

Ele propôs ao secretário Alfredo dos Santos, a criação de um programa especial para os estados que possuem altos índices de imigrações, como atualmente é o caso de Roraima.

Esta proposta é fruto de estudos de técnicos da CODESAIMA sobre o impacto da entrada de pessoas provenientes, principalmente da Venezuela, que afetam drasticamente a oferta de moradias no estado.

O secretário e os demais participantes da reunião concordaram com a ideia. “A proposta foi bem acolhida pelos membros da ABC e o secretário se comprometeu a tomar providências”, disse Papoortzis.

 

Na sequência da reunião, tratou-se dos investimentos que serão retomados após a crise da pandemia do coronavírus.

Segundo Alfredo Santos, a prioridade será a retomada do Minha Casa Mina Vida ⁄ Sub-50 que atenderá cidades com até 50.000 habitantes, englobando 1.895 municípios onde deverão ser aplicados R$ 433 milhões. “ Será uma injeção importante de recursos, de emprego de renda e de obras. Temos uma expectativa muito boa”, disse.

 

Os recursos devem vir do OGU (Orçamento Geral da União). Santos diz que podem também ser aplicadas verbas do Orçamento Impositivo ou de emendas parlamentares.
Está prevista a retomada, até junho, da construção de 8.922 moradias contratadas em 2017 e que atualmente estão paralisadas.

 

A última obra do Minha Casa Minha Vida, em Roraima, foi o Vila Jardim, concluído em 2015 e não há , atualmente, nenhum empreendimento em andamento.